As frequentes cheias registradas nos últimos meses em Santa Catarina devem manter os médicos atentos para a possibilidade do aparecimento de casos de leptospirose nos consultórios e hospitais. “É muito importante que o profissional questione se o paciente teve contato com água ou lama que podem estar contaminadas pela urina ou fezes de roedores (ratazanas, ratos ou camundongos, por exemplo) e esteja alerta no momento do diagnóstico para a possibilidade de ocorrência da doença”, diz a infectologista e Conselheira do CRM-SC, Renata Zomer. Alerta sobre o assunto está sendo feito pelo Conselho e pela Secretaria de Estado da Saúde.
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